[Romances da Mari Veiga] O que é o amor? - cap 4

Boa tarde!!
Primeiro de tudo, quero pedir desculpas por nao ter vindo no domingo passado, alguns problemas envolvendo familia, internet e hospital nao me permitiram! (mas já esta tudo bem!)
Entao vamos deixar de blá blá blá e partir para mais um capitulo de Andréia e Carol? Vamos que vamos!!


@MariCVeiga
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Como a vida realmente é! 


Andreia se arrastou para a cama novamente, olhou a tela do celular para confirmar a notícia, sorriu triunfante e pensou: "ufaa, essa foi por pouco, essa menina ainda vai me dar problemas. Mas que delicia de menina" fechou os olhos e deixou o sono chegar outra vez. Resolveu sonhar com outra noite igual.

Já passava das 2 da tarde. Andreia tinha há algumas horas levantado e resolveu trabalhar de casa. Tinha passado uma noite, um tanto quanto, diferente. A ressaca ainda estava um pouco latente na cabeça doendo, mas o coração no peito acelerado dizia que algo de diferente estava acontecendo. Ela ainda não sabia muito bem onde ia dar, mas estava gostando.

Carol tinha chegado um pouco atrasada na loja, nao tinha como chegar super cedo depois da noite que teve. Mesmo com toda sua vivência, nunca tinha sentido o que sentiu naquela noite, uma mulher bonita, mas ela nunca diria que aquela mulher que parecia quieta e meio sem graça até, seria aquele furacão na cama. Gente, aquela mulher tinha acabado com ela, e ela nunca tinha encontrado uma mulher assim. Mas Carol não se envolvia. Passou a manhã toda repetindo isso para si mesma para nao esquecer. Mas em algum momento isso pareceu meio distante.

Andreia estava concentrada com sua camiseta larga e de cuequinha, óculos de grau e o computador com a tela de 24' ligado na sua frente com várias janelas de projetos diferentes abertas quando celular na mesa do lado vibrou, e sem se mexer o coração dela parou e acelerou em tempo recorde. Na verdade era Paula, mas conhecida como Paulete, melhor amiga de anos de Andreia, que ligou para saber como tinha sido a noite passada. 

Foram exatas 8 horas de trabalho de Carol. Das quais ela so pensou em duas coisas: a comissao nas vendas do dia, e o fogo de Andreia. Mas Carol era irredutível. Pegou o celular, agenda de contatos e ligou para ela. Nao podia deixar mais nem um minuto passar. 

Andreia se arrumou rapidinho, colocou a calca jeans mais apertada que tinha, deixava ela com um corpo de dar inveja, uma blusa nova, mas simples, botinha e cabelo solto. 
Carol mesmo com a roupa do trabalho, sempre parecia estar super arrumada, estava indo encontrar com uma antiga amiga, a Dinha estava sempre pronta pra Carol, nao importava o dia.

Andreia parecia uma adolescente contando da noite com Carol. Realmente tinha sido espetacular, agora era só esperar uma mensagem ou algo do tipo, porque ela não ia mandar nada, pelo menos por enquanto.
Dinha chegou na hora, com aquela roupiinha toda justa, já puxou Carol de jeito e o celular de Carol caiu no chão do quarto do Motel de sempre. Ela não ia lembrar dele tão cedo.


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