[Romances da Mari Veiga] - O que é o amor? Cap 16

Chegueeei!! Quase no final do dia, eu sei! O horário de verão me atrapalhou um pouco! rsrssr
Pois é, coisas estão prestes a acontecer, e agora? O que vai rolar entre Andreia e Carol?

Ah sim, os meus recadinhos:
1 - Tem post novo no HPM hoje também! Domingo dose dupla!
2 - Só pra não perder o costume, chega junto, onde você preferir. Tem Facebook, Twitter, Tumblr, Ask.fm e até Instagram (procurem por MariCVeiga) agora!!


Passado reaparece....


"Ué, não está feliz em me ver Déia?" - A frase de Diana se seguiu de um abraço apertado e um estalinho nos lábios paralisados de Andreia. Diana foi entrando. A segunda estava no fim, mas as confusões, pelo visto, estavam só começando. 

Andréia fechou a porta ainda em choque, Deia apareceu sem avisar, no mesmo dia que Carol estava vindo e ainda por cima de mala e tudo. Quanto tempo ela pretendia ficar? E o pior, ONDE ela pretendia ficar? Decidiu lutar por ela e Carol, aquela menina estava fazendo bem a ela e Diana nao podia, simplesmente voltar e estragar tudo! 

Para se preparar, Andréia pegou o celular no quarto e mandou uma mensagem dizendo pra Carol a ligar quando estivesse chegando. Ate lá pensaria no que fazer. Diana ja foi se acomodando, deixou as malas na porta do quarto, pegou o que quis na geladeira e falava de todo esse tempo longe como se Andréia estivesse interessada, realmente.

"Porque voce resolver voltar agora?" - Andréia queria ir para a parte pratica logo.
"Por muitos motivos, entre eles, a saudade que eu estava de voce" - Diana sabia ser sedutora, aquele sorriso leve dela era magnético, mas Andréia ja estava vacinada contra ela.
"Voce nao sentiu minha falta?" - Diana de aproximou ainda mais de Andréia a segurando pelos quadris e deixando seu rosto bem próximo ao dela.
O cheiro dela nao tinha mudado, era um perfume doce, mas parecia natural. Mas agora, aquele cheiro, podi enjoar Andréia.
"No inicio senti sim...lógico" - Andréia com toda a frieza do mundo se desvencilhou de Diana e foi em direção a varanda. Precisava de ar, ou poderia vomitar.

Diana falou por muito tempo enquanto se servia da geladeira que um dia tinha sido sua. Andréia fingia que escutava enquanto pensava no que iria fazer, ate porque sua menina chegaria a qualquer momento.

O celular de Andréia finalmente apitou mensagem. "Abre a porta e me espera, to subindo no elevador". Era o momento da verdade. O coração de Andréia disparou e por um momento ela pensou que fosse desmaiar, mas fez o que devia, correu para a porta e ficou olhando pelo olho magico esperando seu novo amor chegar. 

"Esperando alguém?" - Diana queria saber
"Estou sim..." - e antes de terminar a frase, Andréia avistou o corpo pequeno e magro da sua menina saindo do elevador, abriu a porta com a melho cara de "esta tudo bem" possível, abraçou ela e deu um beijo daqueles longos e demorados de deixar os outros com inveja.

Quando Carol entrou no apartamento e viu Diana sentada no sofá bem a vontade olhou para sua mulher com uma cara de quem exigia explicações urgentes.

"Carol, essa é a Diana. Ela chegou hoje de surpresa" - Andréia fazia de tudo para passar para Carol que ela nao tinha culpa de nada. Que estava tao em choque quanto ela.

Carol, ainda meio sem saber o que fazer, cumprimentou Diana que com seu jeito expansivo foi logo perguntando sobre a vida dela. Abriu uma das garrafas de vinho de Andréia como se estivesse na própria casa. Beberam, Carol e Andréia ainda meio em choque.

"Entao Diana, onde voce vai ficar?" - Andréia precisava perguntar isso, a estava corroendo.
"Ainda nao sei, essa noite pretendia ficar por aqui mesmo.." - Diana respondia com tanta naturalidade, que incomodava. "AQUI?" - Andréia e Carol perguntaram juntas.
"Se nao tiver problemas. Nao seria a primeira vez que eu dormiria na rua mesmo." - e com essa frase se levantou, ja dirigindo-se a porta.
"Espera" - Carol fez todos pararem. "Eu e minha mulher nao nos importamos de voce dormir essa noite na nossa casa, nao é amor?" E deu um beijo na boca de Andréia.

Com Carol era assim, se ela entendesse seu jogo, ela jogaria nas suas regras. E se ela jogasse. Ela nunca perdia!

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