Turquia quer repatriar crianças criadas por homossexuais no exterior



O governo da Turquia iniciou uma campanha para repatriar crianças nascidas no país e que são criadas em países europeus, especialmente se forem por casais que não sejam muçulmanos e homossexuais.

Na semana passada, a comissão de Direitos Humanos do Parlamento criticou o fato de mais de cinco mil crianças de origem turca serem criadas por famílias "cristãs" na Europa, e informou que tinha detectado três casos nos quais essas famílias eram de casais homossexuais.

O caso mais emblemático é o de um menino que, após sua mãe turca perder sua custódia, foi entregue aos cuidados de um casal de lésbicas na Holanda.

"Não queremos que entreguem as crianças de famílias turcas a famílias homossexuais, de lésbicas, mas eles (em referência às autoridades europeias) não mostram respeito às sensibilidades de nossos cidadãos", afirmou nesta segunda-feira o vice-primeiro-ministro da Turquia, Bekir Bozdag em entrevista à rede pública de televisão "TRT”.

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